quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Conheça o Metal Sinfônico/Opera Metal

( Na foto a banda de metal sinfônico Apocalyptica )

Symphonic Metal/Metal sinfônico é uma vertente (subgênero) do Heavy Metal que possui elementos sinfônicos, ou seja, elementos que são similares ao da sinfonia clássica. Estes elementos podem ser realizados por uma orquestra, ou simulados por teclados e sintetizadores onde o som fica similar ao de uma orquestra.


O gênero musical Symphonic Metal, ou Metal Sinfônico se caracteriza pela utilização muito frequente de vocais líricos, e da utilização de sons que reproduzem os de orquestras através de teclados ou da própria inserção de sons tocados por músicos eruditos/com instrumentos eruditos.


Melhores bandas de Metal sinfônico e seus melhores clipes :













quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

O Álbum dos Mortos - Post Mortem

Assim que o daguerreótipo, processo fotográfico inventado pelo francês Louis Daguerre em 1837 foi se popularizando, começaram a aparecer as primeiras fotografias post mortem. Os álbuns dos mortos eram uma espécie de negação da morte ao mesmo tempo que tornavam-se coisas guardadas pela família para lembrar dos entes queridos. Além disso, fotos nesta época eram um grande luxo. Essa atividade tornou-se tão comum durante o século XIX que quase todos os membros da sociedade podiam pagar por uma foto.

Tal fenômeno se difundiu tanto na Europa e naAmérica do Norte que muitos fotógrafos passaram a se especializar nesse tipo de fotografia. No princípio, os corpos eram retratados como se estivessem dormindo, o que dava aos mesmos uma imagem de naturalidade e "descanso eterno". Porém, também se tornou comum retratar os mortos simulando alguma atividade cotidiana que permitia que a imagem desse a impressão de que ainda estavam vivos. Dada a circunstância de fotografar a pessoa ainda fresca, eram criados verdadeiros cenários elaborados com composições muitas vezes complexas de estúdio para fazer os álbuns dos mortos. Em outros casos, depois de instalado o rigor mortis, era necessário inventar situações complicadas para a foto ficar natural

Com a invenção de máquinas fotográficas mais modernas, a prática de fotografar pessoas vivas em situações cotidianas e normais se tornou mais popular.

(Sobrenatural.org)












terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Fuel - Metallica

Combustível

Me dá combustível,me dá fogo/Me dá o que eu desejo

Dê a partida, eu vejo vermelho/Adrenalina a mil, me deixa ligado/Vício em Nitro, me faz morrer/E eu vejo vermelho

Eu corro através do branco e preto/Cavalo de guerra, ogiva/Fodam-se eles, cara/Soco inglês branco e apertado/Através do branco de preto

Oh, e eu queimo

Combustível abastece os motores/Queimando muito/Bonito e limpo

Oh, e eu queimo

Virando minha direção/Matando minha sede com gasolina

Ligando além do osso/Tragando o futuro, ganhando liberdade/Queima sua face no cromo

Virando a esquina, juntando-se ao lixo/ Faróis, saindo no jornal/Outro lixo, que vive na velocidade

Vive muito rápido, rápido, rápido, rápido

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

4:37


Não me venha com exemplos de pessoas que lutam para sobreviver.
Me emociono sim mas,
Eu nunca quis entender isto,talvez porque alimenta mais o meu personalismo desproporcionado.
Sentimentos vampíricos batem à porta.
Não conseguir enxergar você diante de um espelho é muito simplório.
É mais que isso.
Consiste em não descortinar seu interior e apenas pressentir o vácuo do mesmo.
Isso provoca um certo desespero ratraído e calmo.
São mais que pensamentos superficiais e abstratos.
Anjo caído,me conte o porque ?
Angústia e poesia escritas com a dor da alma.
O receio do amanhã me consome.
A hesitação e a dúvida me abraçam apertado.
Apenas uma vida em 4:37 minutos e um corpo frio em atrito com o fogo da alma.
(Lázaro)

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Anjo da Morte


'' Não queremos com carne vil,enfraquecer os fortes '' (I-Juca Pirama )


O significado da dor
A maneira que eu quero que vocês morram
Morte lenta,
imenso declínio
Chuveiros que lhes purificam de suas vidas
Forçados a
Fugir como animais
Despidos do
Valor de suas vidas
Ratos humanos,
para o anjo da morte,
Quatrocentos mil a mais para morrer
Monarca do reino dos mortos
Sádico, cirurgião da morte
Sadista do mais nobre sangue
Cirurgia, sem anestesia
Sinta a faca te perfurar intensamente
Inferior, sem uso de humanidade
Amarrado e gritando para morrer
Anjo da morte
Monarca do reino dos mortos
Infame sanguinário,
Bombeado com fluído, dentro do seu cérebro
A pressão no seu crânio começa a empurrar
Entre os seus olhos
Carne queimando, cai em pedaços
Teste de calor queima sua pele
Sua mente começando a ferver
Rígido frio, quebra seus membros
Quanto tempo você pode durar
Nessa gélida água da morte?
Costurados juntos, cabeças grudadas
Apenas uma questão de tempo
Até vocês se dilacerarem em dois
(Epica - Angel of Death )

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Ultra Romantismo


Vida.
Ciclo amaldiçoado ?!
Existência.
Neste lugar ermo
Procuramos deixar-mos de ser insignificantes como
Seres mergulhados de ponta a cabeça no lago da consternação.
O sangue.
O vinho.
A mistura perfeita.
Três doses de melancolia
Misturadas a reminiscências da infância
A noite.
Minha amada,
Turva e pavorosa.
A lua
Pávida cor de rubro sangue
Adorna a madrugada desprezada.
(Lázaro)

terça-feira, 22 de dezembro de 2009


Mesmo tenho que [L]idar com problemas,
é preciso [A]proveitar a vida
e fa[Z]er dela o que chamam de sonho.
[A]gradecer por estar vivo
e ap[R]ender a ser feliz.
p[O]is tudo isso pode acabar de repente...


CARPE DIEM

sábado, 19 de dezembro de 2009


Já não anseio o teu retorno
deixaste de me fazer falta
Em mim sinto um vácuo
Estou desorientado
pesaroso e ulcerado
sombrio por me sentir só
O teu sorriso já não me ilumina
e o teu abraço gelou
Foram muitos os segundos,
minutos,horas,dias e meses...
Sentia-me a pagar por um pecado que não cometi
Continuo a considerar-me ingênuo
e lúcido de que fiz tudo o que estava ao meu alcance
Mas esta é uma história sem culpados
Uma história, apesar de tudo, feliz
Mas com um fim inesperado
(ou não)
(Lázaro)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009


Espaço privado de luz em interposição de um corpo opaco.
Passos para a sublevação de uma simetria de infortúnio.
Colecionador do mais nobre sangue.
Revolta subalterna e indiferente.
Mediativo enfatuado egoísta.
Repulsivo.
A atroz brilho dos olhos
ligado à vontade solene esconde a incógnita cruel
(Lázaro)

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Nightwish - Nemo

Nemo

Este sou eu para todo o sempre/Um dos perdidos/Aquele sem nome/Sem um coração honesto como bússola

Este sou eu para todo o sempre/Um sem um nome/Estas linhas são o último esforçoPara encontrar a perdida linha da vida

Oh, como eu desejo/Uma chuva suave/Tudo o que eu quero é sonhar novamente/Meu coração amoroso/Perdido na escuridão/Por esperança eu daria tudo o que sou

Minha flor, decomposta entre/As páginas dois e três/O florescer único e eterno/Se foi com meus pecados/Ande pelo caminho escuro/Durma com os anjos/Peça ajuda ao passado/Toque-me com seu amor/E revele para mim meu nome verdadeiro

Nemo, navegando para casa/Nemo, deixando ir

Meu nome para todo o sempre